quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sou um assaltante solitário insignificante

Olhando para as páginas da minha vida.

A resposta está escrita nos meus olhos.

Por todas as palavras que eu não disse,

E todas as coisas que não fizeram.

Todas as vezes que olho para as estrelas vejo algo novo.



Quero-te deitar numa cama de rosas.

Fecho os olhos e suspiro...

-Amor cego é verdadeiro.

Hoje á noite estarei sozinho.



Mas não significa que estarei solitário.

Sinto vontade de andar em círculos,

Mas tu pareces uma barreira,

Que não posso ultrapassar.

Meu corpo chora,

As lágrimas que podes enxugar!



"Se ser poeta é ser triste,

Então eu não sou poeta,

Sou o próprio poema".


Jorge Oliveira

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